DESPREZO: ESAÚ DESPREZOU E TROCOU SUA PRIMOGENITURA (HERANÇA E CIDADANIA CELESTIAIS) POR UM PRATO DE LENTILHAS
O livro de Gênesis conta que Esaú veio do campo cansado e com muita fome. Chegou em desastrada hora, porque naquele momento seu irmão Jacó cozinhava umas lentilhas. Certamente estavam bem temperadas e exalando um aroma tentador (Gn 25.29).
Eram gêmeos, mas Esaú nascera primeiro. Era o filho primogênito, portanto. Tinha todos os direitos da primogenitura listados no Antigo Testamento, como dupla herança (Dt 21.17) e liderança sobre os irmãos e à frente da família (Gn 27.29,40; 49.8). Era também considerado propriedade do Senhor (Ex 13.2).
Porém, Esaú era um homem instintivo, acostumado a agir sem refletir. Certamente jamais parara para avaliar o que significava ser o primogênito de seu pai Isaque, que por sua vez era o legítimo herdeiro da promessa que Deus fizera a Abraão, promessa que um dia seria passada a ele, Esaú. Caso permanecesse fiel à promessa, um dia entraria genealogicamente na linhagem direta do Messias, Jesus Cristo!
Será que Esaú era cego? Não
Não era nada disso.
Foi simplesmente um homem que vendeu e não pesou o que vendia: “E Jacó deu pão a Esaú e o guisado das lentilhas; e este comeu, e bebeu, e levantou-se, e foi-se: Assim desprezou Esaú a sua primogenitura” (Gn 25.34).
Se antes de vender o maior bem que ele possuía (e que nós possuímos, a salvação eterna, que custou o sangue de Jesus) , Esaú tivesse ido buscar uma balança e colocado de um lado a sua primogenitura (o direito de receber herança material aqui na terra - a bênção patriarcal recebida de Abraão -, e a promessa de receber a vida eterna no céu - a bênção sacerdotal recebida de Jesus), e do outro lado da balança o prato de lentilhas, será que ele teria vendido assim mesmo sua herança tão miseravelmente como vendeu?
Eis a razão porque há hoje tantas almas no inferno. Esta história envolvendo Esaú e Jacó aconteceu na antiguidade, e uma só vez, mas hoje é repetida milhares e milhares de vezes no mundo. O papel de Jacó é representado pelo demônio; o de Esaú, por muitos de nós.
O demônio oferece um prazer fugaz, um instante de aparente felicidade, e pede em troca a herança que Cristo conquistou para nós no Calvário.
E muitos, por negociarem sem a balança na mão (a balança é a cruz), não pesam a miséria, a insignificância do que o diabo está oferecendo, e fechando os olhos como seres entorpecidos pelos apelos da carne, aceitam a proposta do diabo, e consequentemente, ficam sem a bênção da comunhão com Cristo aqui na terra, e passam a correr o risco de perder a herança da vida eterna no céu.
Quando Esaú vendeu sua primogenitura, não percebeu a enorme besteira que fizera, nem demonstrou a mínima preocupação por isto. Porém, quando percebeu que realmente ficara sem a primogenitura e a bênção, pois Jacó lhe roubara as duas, desabou em prantos (Gn 27.34-38).
Pobres Esaús deste mundo! Vendem a alma, a paz com Jesus, a vida eterna no céu pela momentânea satisfação de um apetite carnal, pela ilusão de uma glória efêmera e enganosa, por dinheiro, sexo e poder, e nem percebem a espantosamente desastrosa negociação que fizeram.
Só perceberão como negociaram pessimamente (mas infelizmente, já muito tarde) quando chegar aquele Grande Dia em que Jesus separará os justos dos ímpios, e dará a bênção e a herança eterna aos que forem colocados à sua mão direita, e a condenação eterna a esses Esaús que ficarão à mão esquerda do Senhor Jesus.
Só então os Esaús entenderão que perderam a bênção e a herança eterna no céu prometidas a Abraão, a Isaque e a Jacó, e estendidas a "todas as famílias da terra" abençoadas pelo descendente humano de Abraão, o nosso Salvador Jesus Cristo.
Esses Esaús perderam sua primogenitura por a terem trocado com Satanás por coisas tão ou mais vis do que um prato de lentilhas.
Foi simplesmente um homem que vendeu e não pesou o que vendia: “E Jacó deu pão a Esaú e o guisado das lentilhas; e este comeu, e bebeu, e levantou-se, e foi-se: Assim desprezou Esaú a sua primogenitura” (Gn 25.34).
O fato é que Esaú aceitou a proposta de seu irmão "expertíssimo" e vendeu sua primogenitura por um pedaço de pão e umas míseras lentilhas. Mandou às favas (aliás, trocou por favas) a herança material e espiritual de Isaque, a herança material e espiritual de Abraão, a bênção dos patriarcas, o maior patrimônio que existia sobre a terra, desde o tempo em que Adão também desastrosamente (e por tudo o que o fruto proibido representava por trás de sua aparente simplicidade de comida) perdera o Éden. 
O homem que vende sem avaliar o que está vendendo, não é de admirar que venda por um prato de lentilhas a maior herança que há no mundo. Troca sua salvação pelo azedo e malcheiroso prato de lentilhas da pornografia na Internet, por exemplo. Ou pelo prato de lentilhas do adultério. Ou pelo prato de lentilhas da mentira. Ou pelo prato de lentilhas do roubo. Ou por qualquer outro reles e miserável prato de lentilhas. 
Se antes de vender o maior bem que ele possuía (e que nós possuímos, a salvação eterna, que custou o sangue de Jesus) , Esaú tivesse ido buscar uma balança e colocado de um lado a sua primogenitura (o direito de receber herança material aqui na terra - a bênção patriarcal recebida de Abraão -, e a promessa de receber a vida eterna no céu - a bênção sacerdotal recebida de Jesus), e do outro lado da balança o prato de lentilhas, será que ele teria vendido assim mesmo sua herança tão miseravelmente como vendeu?
Eis a razão porque há hoje tantas almas no inferno. Esta história envolvendo Esaú e Jacó aconteceu na antiguidade, e uma só vez, mas hoje é repetida milhares e milhares de vezes no mundo. O papel de Jacó é representado pelo demônio; o de Esaú, por muitos de nós.
O demônio oferece um prazer fugaz, um instante de aparente felicidade, e pede em troca a herança que Cristo conquistou para nós no Calvário.
Quando Esaú vendeu sua primogenitura, não percebeu a enorme besteira que fizera, nem demonstrou a mínima preocupação por isto. Porém, quando percebeu que realmente ficara sem a primogenitura e a bênção, pois Jacó lhe roubara as duas, desabou em prantos (Gn 27.34-38).
Só perceberão como negociaram pessimamente (mas infelizmente, já muito tarde) quando chegar aquele Grande Dia em que Jesus separará os justos dos ímpios, e dará a bênção e a herança eterna aos que forem colocados à sua mão direita, e a condenação eterna a esses Esaús que ficarão à mão esquerda do Senhor Jesus.
Esses Esaús perderam sua primogenitura por a terem trocado com Satanás por coisas tão ou mais vis do que um prato de lentilhas.










